Sunday, February 7, 2010

Acabou. Acabou o regresso ao passado, o regresso aos sentimentos fechados no fundo do armário. Capítulo fechado! Finalmente!
A nuvem cinzenta desapareceu e finalmente os meus músculos querem sorrir.

Tenho uma MALA nova.
Tenho uma ALMA nova.
E escreve-se com as mesmas letras.

HAKUNA MATATA!


Problem free Philosophy!

Monday, August 25, 2008

Dizem que há coisas que nunca mudam, e eu cada vez mais acredito que é verdade. A nossa amizade não mudou e sei que ainda posso confiar em ti não importa quanto tempo tenhamos estado sem nos ver. Que a nossa amizade nunca mude e que faças sempre parte da minha vida!

Friday, August 15, 2008

Desde que vive cá, a minha avó cumpre a tradicional ida à feira no dia 15 de Agosto e este ano não foi diferente. Lá vamos nós para a feira, aquele misto empoeirado de gritos e de coisas a monte a preços baixos e de qualidade duvidosa! Quinze minutos depois já estou farta de lá estar, mas ainda nos faltam duas filas de gente amontoada e megafones irritantes... e ainda temos de comprar as farturas, para comer com café ao jantar, perto da confusão dos carrinhos de choque e outras diversões onde não me atrevo a por os pés! Mas estou contente, comprámos uma, uma... não sei como aquilo se chama... é uma toalha em organzas para pôr numa mesa de apoio que despida, é ainda mais pavorosa que uma biciclete no meio da casa! E o café e as farturas ao jantar sabem muito bem!

Tuesday, August 12, 2008

Hoje peguei nos pincéis e comecei a pintar! Peguei numa tela pequenina e pensei: "Tu não sabes pintar, por isso não podes esperar que o que quer que seja que vais fazer fique bem, logo não sejas picuinhas: diverte-te!" De facto diverti-me e acho que só me diverti porque não me importei de ter pintado algo pavoroso, simplesmente ri-me disso.
Enfim, nem todos podem ter capacidade para pintar obras de arte, mas todos podem divertir-se a pintar!

Sunday, June 22, 2008

4

Não podia simplesmente estar a acontecer algo mais terrivel que o que acabara de acontecer. As lágrimas escorriam para o interior do seu corpo pois não se podiam manifestar por fora. Mas depressa um sentimento mais forte a reconfortou.
Agora vêm-lhe à memória momentos do passado e espéculações do futuro que é um perfeito ponto de interrogação. Ela só não quer perder a sua "base sólida" nem a cumplicidade que os une aos quatro.

Monday, June 9, 2008

A ironia que desenha a minha vida é cada vez mais requintada. Vestida de veludo negro, agora, leva-me a felicidade sem olhar para trás, sem deixar explicação. E eu fico estáticamente parada, indiferente a tudo o que se passa comigo, fingindo que sou outra pessoa. Uma pessoa que nem sequer conheço.

Tuesday, April 8, 2008


Os ponteiros movem-se à espera que me mova. Num murmúrio aconchegante saltam de segundo para segundo enquanto continuamos parádos. Vigilantes atentos, cúmplices da minha decisão, escondem-se como o sol se põe entre duas montanhas.
Imovél.

Saturday, March 22, 2008

E por fim, a tua ausência não doi. Tornou-se numa espera comum, como quem vai ao supermercado e tira a senha da padaria (pode não querer esperar mas têm de esperar), e isso conforta-me. Meu amor, deixa-me agradecer-te tudo o que fizeste por mim e dizer mais uma vez que te amo, e que te irei amar.

Tuesday, October 16, 2007


Quis-te com todas as forças do meu ser, e no entanto conduzi-as no sentido oposto. No sentido de deixar de te amar. Agora, algo que antes era a razão, a razão para tudo, não é razão para nada. Agora, não tenho razão. Simplesmente.
O vazio conssome-me. A saudade e o facto de não puder voltar atráz. E hoje, toda essa melâncolia se ri de mim de uma forma nua e crua. Sem piedade. Mas não posso fugir dela, e o tempo não volta atráz.
Amei, não amo. Perdi a minha razão/motivo.

Tuesday, April 3, 2007

Sem imagem.


Entrou. Fechou a porta. Atirou os tennis para onde aterraram, e sentou-se a escrever.
Não havia muito para escrever. Já tudo tinha sido escrito. Já tudo tinha sido dito. Mas ela queria escrever. E queria. E escreveu.
E mais uma vez escreveu a perfeição, que mesmo cega, lhe entra pelos olhos. Que os fazem brilhar. Que os fazem sorrir sem precisar de lábios. Que os fazem amar.
E mais uma vez escreveu o que faz o seu coração bater mais depressa. O que faz o frio na barriga. O que a faz sentir aquela saudade dolorosa.
Escreveu-o. Mais uma vez.

Thursday, January 18, 2007

"E aqueles que por obras valerosas/ se vão da lei da morte libertando." Luís de Camões.

Saturday, January 6, 2007

Monday, January 1, 2007

Devolve-me a respiração.

Friday, December 29, 2006

"... à minha frente, o vazio, e à minha volta, o silêncio..." IN "Vai aonde te leva o coração" de Susana Tamaro

Tuesday, December 26, 2006


Se eu pudesse ao menos sussurar-te no coração a mais bela palavra do mundo...